Você acha que está falando com quem?

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Já escrevi aqui no blog sobre os 4 gigantes adormecidos em nós (clique aqui para ver o post), mas hoje vou falar especificamente sobre um deles: o sentimento de superioridade.

Uma coisa é fato: querendo ou não, consciente ou inconscientemente, todos nós em alguns momentos da vida nos sentimos melhores do que os outros. Isso ocorre porque não perdemos o hábito de nos comparar e também por sempre julgarmos de acordo com o nosso padrão (imperfeito) de verdade.

Nos sentimos melhores quando compramos um carro “top”, uma casa maravilhosa, quando somos mais bem educados, temos mais conhecimento, entre outras coisas. Só que perante Deus somos TODOS iguais, e desta vida levaremos apenas o que fizermos de bom para nós e para o próximo.

Se julgar melhor do que o outro nos faz agir com arrogância, prepotência e presunção. Assim, não respeitamos as pessoas em seus limites e níveis de evolução moral e espiritual. Muitas vezes, aqueles que julgamos inferior a nós, sabem muito mais da vida (e do que realmente importa) do que imaginamos, e têm muito mais para ensinar do que aprender com a gente.

Quando agimos com superioridade, fechamos os olhos para as diversas imperfeições que existem em nós. Falamos com agressividade quando somos contrariados, pois não aceitamos que alguém “abaixo” possa nos afrontar, já que somos os donos da razão.

Precisamos ficar atentos para perceber em que momentos nos sentimos mais do que o nosso próximo, e analisar o porquê desta necessidade. Em grande parte das situações da nossa vida, mostramos para o mundo exatamente o contrário do que temos em nós, conteúdos que ficam guardados no nosso inconsciente e inacessível à nossa razão. Ou seja, na verdade, essa “superioridade” pode estar mascarando um sentimento de inferioridade, juntamente com o orgulho de não nos aceitar imperfeitos.

Nem mais, nem menos. Não somos melhores nem piores do que ninguém, apenas diferentes. Não sabemos o que o outro passou ou passa para agir daquela maneira que para nós o torna inferior. O que nos cabe é cuidar da nossa essência, nos livrar destes sentimentos que nos afastam dos homens e de Deus, e nos impedem de aproveitar a oportunidade de conviver com pessoas que podem acrescentar valor em nossas vidas.

O que necessitamos é de mais amor no coração, para compreender que cada um é o que é, faz o que pode, e no seu tempo. E respeitar nossas diferenças, pois somos igualmente filhos de Deus. Ele não nos julga e não nos diferencia, ele nos ama como somos: imperfeitos, mas capazes.

Uma ótima semana de igualdade para todos nós!

Meditação

22.Deposite paz na sua mente, e não faltarão fundos para cobrir as exigências da incompreensão humana. Deposite mágoa, rancor e o pessimismo e você não terá saldo de paz para ressarcir seus credores.

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